No som magnífico do nada
Há um grito assustado, embriagado de dor
Conversas alucinadas, poucas risadas
Discursos vazios, pessoas sentadas ao redor
De uma mesa sem cor
E do nada fez-se tudo
Dessa mesa ergueu-se um muro
De muita comida e pouco futuro.
(10/11/1985)
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